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Páscoa Você sabe o que é isto?
Assunto: Estudo
Autor: Marcelo Amaral
Publicação: June 20, 2005
Conteúdo:
Introdução
História e Fatos
A Confusão Humana
O sentido Real
Introdução
...“Disse o Senhor a Moisés e a Arão na terra do Egito:”...
...”Cada um tomará para si um cordeiro”...
...”O cordeiro será sem defeito mancha de um ano”...
...”e todo o ajuntamentamento da congregação de Israel o imolará no crepúsculo da tarde”...
...”o sangue porão em ambas as ombreiras e na verga da porta”...
...”Por que, naquela noite, passarei na terra do Egito e ferirei a todos os primogênitos”...
Os trechos acima foram transcritos do capitulo 12 do livro de Êxodo e, diz respeito a primeira pessach.
Pessach, em Hebraico para a mais importante comemoração judia, ou seja a Páscoa.
Sendo o povo Judeu preso e escravo dos Egípcios, Deus através de Jesus prossegue com o cumprimento da promessa feita a Abraão em Gen 12:2.
A dureza de coração do Faraó resultou em nove pragas até chegarmos a ultima praga: A morte dos primogênitos.
A tradução mais aceitável da a palavra Hebraica para Páscoa é: “passar por cima” e, é o que realmente ocorreu naquela noite, pois nas casas onde o sangue do cordeiro fosse passado nos umbrais da porta, nesta casa o anjo da morte não entraria “passaria por cima” e a morte não viria sobre os primogênitos daquela casa (homem ou outro animal).
Na manhã seguinte a esta terrível noite o Faraó Ramsés II vê se com uma única possibilidade: permitir a saída do povo Israelita.
Tem-se então a primeira Páscoa. Voltar ao Topo
História e Fatos
Este dia santo celebra o mais importante evento da história do povo judeu, a redenção de sua escravidão no Egito e a saída dessa terra. Ele é mais importante que o Rosh Hashana que comemora a criação do mundo e o Yom Kippur, que celebra o perdão de Deus aos pecados de cada judeu.
O Shabat que precede a Páscoa é chamada de o grande Shabat, pois neste dia os judeus sacrificaram um cordeiro em desafio aos egípcios, que idolatravam esse animal.
O dia anterior à Páscoa, é um dia de jejum para os primogênitos. Foi neste dia que os filhos primogênitos de Israel foram poupados. Porém, há uma festa para celebrar a execução de um mandamento chamado " seudat mitavá", que quebra o jejum e mesmo os primogênitos não precisam mais jejuar.
Um outro costume que atende a Páscoa, a Ma'cot Chettim, merece ser mencionado: a coleta de dinheiro para comprar matzot, vinho e outros alimentos para os pobres na Páscoa.Todos os judeus praticantes ficam ansiosos por cumprir tal ação caridosa antes do dia santo.
A Páscoa começa ao por-do-sol do décimo quarto dia do mês de Nisan. Há três coisas essenciais que distínguem a Páscoa. A primeira é a proibição de comer, beber ou ter a posse de qualquer alimento feito fe cereal levedado ou fermentado durante todos os oito dias do feriado. A segunda é a obrigação de comer matzá pelo menos o primeiro dia do Yom Tov. A terceira é a celebração de 'seder' casa, em cuja ocasião toda a história da Páscoa é recitada em benefício das crianças da família.
Páscoa, toda a comida, utensílios da cozinha, pratos e outros objetos que contêm chametz (fermento) devem ser retirados de casa. A razão para esta "limpeza de primavera" é a buscar o cumprimento de um mandamento específico: "ao primeiro dia tirarais o chametz de vossas casas"(Êx.12:15). A proibição absoluta contra ter pão em casa durante esses oito dias serve para lembrar o período em que o estilo de vida judíco mudou, tal como mudou da escravidão para a liberdade - a mudança mais radical que pode haver na condição humana - no Êxodo do Egito. Na décima praga o faraó libertou os judeus do Egito, que marcaram a porta de suas casas com sangue de carneiro, para que o Anjo da Morte passasse por eles. Os judeus então fugiram para Canaã e assaram pão para a viagem, só que não houve tempo para fermentar. Para comemorar esse fato, os judeus comem matzá em vez de pão durante a Páscoa, simbolizando a mudança radical do modo de vida. Voltar ao Topo
A Confusão Humana
Theobroma, Você arriscaria dizer o que é esta palavra, e quanto a “Theobroma cacao” Acredito que tenha facilitado um pouco.
O último nome foi dado pelo botânico Sueco Linneu, em 1753, ja o primeiro quer dizer "alimento dos deuses" era como os Gregos o chamavam.
Do que estamos falando! Se você ainda não descobriu, do chocolate.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou.
O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.
Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro.
É tradicionalmente um presente recheado de significados e costumes diferenciados.
Sendo o que realmente se pretende é difundir em escala mundial o consumo de chocolate, sobretudo com forte apelo ao relacionamento entre adultos e crianças.
Nunca esquecendo dos grandes lucros que esta prática gera; O que hoje acresenta para a ecônomia muldial cerca de 70 Milhões de dolares por ano.Voltar ao Topo
O Coelho da páscoa - A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho “visitava as crianças”, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertilidade que os coelhos possuem.
Quaresma - O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja católica romana , para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").
A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e, portanto a Terça-Feira de carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa.O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja católica romana , para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").
Esse é o período da quaresma, para os do Catolicismo Romano, que começa na quarta-feira de cinzas e, terminando no domingo de Páscoa.
A Data - O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja católica romana , para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").
Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja católica romana , para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").
De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja católica romana , para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica"). Voltar ao Topo
A páscoa pelo mundo
Na China - O "Ching-Ming" é uma festividade que ocorre na mesma época da Páscoa, onde são visitados os túmulos dos ancestrais e feitas oferendas, em forma de refeições e doces, para deixá-los satisfeitos com os seus descendentes.
Na Europa - As origens da Páscoa remontam a bem longe, aos antigos rituais pagãos do início da primavera (que no Hemisfério Norte inicia em março). Nestes lugares, as tradições de Páscoa incluem a decoração de ovos cozidos e as brincadeiras com os ovos de Páscoa como, por exemplo, rolá-los ladeira abaixo, onde será vencedor aquele ovo que rolar mais longe sem quebrar.
Nos países da Europa Oriental, como Ucrânia, Estônia, Lituânia e Rússia, a tradição mais forte é a decoração de ovos com os quais serão presenteados amigos e parentes. A tradição diz que, se as crianças forem bem comportadas na noite anterior ao domingo de Páscoa e deixarem um boné de tecido num lugar escondido, o coelho deixará doces e ovos coloridos nesses "ninhos".
Nos Estados Unidos - A brincadeira mais tradicional ainda é a "caça ao ovo", onde ovos de chocolate são escondidos pelo quintal ou pela casa para serem descobertos pelas crianças na manhã de Páscoa. Em algumas cidades a "caça ao ovo" é um evento da comunidade e é usada uma praça pública para esconder os ovinhos.
No Brasil e América Latina - O mais comum é as crianças montarem seus próprios ninhos de Páscoa, sejam de vime, madeira ou papelão, e enchê-los de palha ou papel picado. Os ninhos são deixados para o coelhinho colocar doces e ovinhos na madrugada de Páscoa. A "caça ao ovo" ou "caça ao cestinho" também é utilizada. Voltar ao Topo
O Sentido Real
Sem dúvidas uma das mais importantes cenas do novo testamento é a comemoração da última páscoa por Jesus e seus discípulos, a Santa Ceia do Senhor, Retratada até hoje por pinturas, poemas e canções.
O relato desta celebração pode ser lido harmonicamente entre os evangelhos, Mateus 26:17-19; Marcos 14:12-16; Lucas 22:7-13
Mas, qual a real importância deste fato, que de extraordinário ocorreu naquela noite?
Foi durante esta última celebração da pásco que Jesus declarou que um dentre os apóstolos o trairia, um deles o integraria para ser morto. Mas não é este o fato que torna este jantar, o mais importante da história do novo testamento.
A Santa Ceia ou a Última Páscoa do Senhor mostra qual o real sentido da vida de Jesus Cristo, o filho de Deus.
Sendo a páscoa uma festa para marcar a libertação do povo do Egito e, a salvação dos primogênitos quando da aspersão do sangue do cordeiro, sem manchas ou defeitos nos umbrais das casas dos israelitas:
Jesus declarou que, sendo ele o filho de Deus estava preparado para morrer pelos nossos pecados e ser crucificado por amor a nós. Por isso que foi chamado de o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo conforme João 1:29, porque Ele é o Cordeiro a ser sacrificado, a páscoa, para derramar o Seu sangue pelos nossos pecados; pois, sem tal sacrifício, nenhum homem poderia aproximar de Deus, e entrar em comunhão com Ele, ganhando assim a vida eterna.
Razão pelo qual, uma vez feito tal sacrifício, o único verdadeiro e perfeito, deixaria de ter sentido a páscoa, uma vez que o antigo pacto foi consumado. Assim Jesus se reuniu com os seus discípulos, para realizar a última páscoa - a válida - e estabelecer o novo pacto, mais abrangente, e debaixo da graça: a Ceia do Senhor, o apostolo Paulo descreve bem esta idéia ao escrever aos da Igreja de Corinto veja I Coríntios 5:7.
Uma vez realizado tal fato, Jesus propõe uma modificação na comemoração da Pásco, agora não devemos mais comemorar a saída do povo do Egito, mas sim a nossa própia libertação e redenção através do sacrifício do Cordeiro de Deus.
Lucas 22:19 ...” E tomando pão, e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.”...
Lucas 22:20 ...” tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto em meu sangue, que é derramado por vós.”...
Sendo este o verdadeiro sentido da Páscoa, ou seja comemorarmos nossa redenção através do sacrifício de Jesus o Cordeiro de Deus. Usualmente as Igrejas determinam um dia a cada mês para celebrarem esta festa, onde com o esclarecimento do que está sendo feito, por parte do celebrante, todos (que assim desejarem) participam da comemoração comendo um pedaço de pão e uma pequena taça de suco de uva. Antes é claro ha uma reflexão quanto ao que Jesus propos quem esta celebração a a aplicação dela em nossas vidas hoje.
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A Falácia Humana
A eucaristia é um dos sete sacramentos da Igreja Católica. Segundo o dogma católico, Jesus Cristo se acha presente sob as aparências do pão e do vinho, com seu corpo, sangue, alma e divindade, isto é o que geralmente se entende por “Transubstanciação”.
A ceia do senhor foi celebrada na forma original por doze séculos, mas no ano de 1200 a Igreja Católica substituiu o pão pela hóstia.
A Ceia Cristã sofreu nova agressão quando do Concílio de Latrão em Roma, anos 1215-16, o papa Inocêncio III deturpou as palavras figuradas de Cristo "Isto é meu corpo e isto é meu sangue” criando o dogma da Transubstanciação. No ano 1414-15, no Concílio de Constança o papa João XXIII, retirou o vinho da cerimônia e as Igrejas passaram a servir aos fiéis somente a hóstia.
O Concílio De Trento, ano 1551, deu o golpe final contra a Ceia do Senhor, definindo e aprovando o dogma da Transubstanciação. A partir desse Concílio, qualquer sacerdote católico, como num passe de mágica, transforma o trigo, vinho e água em carne, ossos, sangue, nervos, cabelos, alma e divindade de Cristo tudo dentro de uma pequena hóstia.
A palavra "eucaristia" significa ação de graças, até hoje os teólogos católicos desentendem entre si sobre a aplicação desse termo no "santíssimo sacramento"
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